VerdadeiroMarinho afirmou que não havia provas para sustentar a alegação de fraude eleitoral e que o PL não poderia afirmá-la.
Esquerda DireitaConexão Política, CartaCapital, Veja
A declaração aparece em reportagens dos veículos de esquerda e direita, com formulação compatível.
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- Conexão Política · Reportagem
Marinho diz que PL não tem provas para sustentar fraude eleitoral
Trecho consultado na análise
“Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro classificou a carta do senador como um desabafo e reconheceu a vitória de Lula.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que o Partido Liberal não pode sustentar que houve fraude na eleição presidencial porque não há provas para confirmar a alegação.
A declaração foi dada após Flávio Bolsonaro divulgar uma carta em que contestou o resultado do segundo turno.
“Não há provas nesse sentido”, afirmou Marinho ao ser questionado sobre a acusação feita pelo senador.
O líder da oposição no Senado classificou o documento como um desabafo e disse que a versão publicada no perfil de Flávio no X é a definitiva.
Na primeira versão da carta, Flávio se apresentou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
Depois, o texto foi alterado e passou a chamá-lo de “líder do Brasil”.
O senador manteve a acusação de fraude, mas não apresentou provas.
Marinho disse que a mudança pode ter ocorrido por um problema na confecção do documento.
Ele afirmou que Flávio representa hoje uma das principais lideranças da direita, mas distinguiu essa avaliação política da alegação de que o resultado eleitoral teria sido fraudado.
O PL reconheceu oficialmente a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Lula recebeu 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio.
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- CartaCapital · Reportagem
Rogério Marinho contradiz Flávio Bolsonaro e diz que não há provas de fraude eleitoral
Trecho consultado na análise
“O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição e coordenador da campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro (PL), comentou nesta quarta-feira 28 a divulgação de uma carta golpista do candidato que fugiu com a família para os Estados Unidos (EUA), após ser derrotado nas urnas pelo presidente Lula (PT).
Questionado sobre ter havido fraude na eleição brasileira, como alega sem provas o próprio Flávio na carta, Rogério Marinho reconhece que não tem provas para sustentar essa posição.
"O PL não pode fazer essa afirmação, nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há provas nesse sentido", admitiu.
Para o senador, a acusação de Flávio expressa na carta seria uma espécie de desabafo por ter decidido deixar o País.
Marinho disse que Flávio seria um "exilado", apesar de o senador ter saído do país de forma voluntária, sem ordem de prisão.
Rogério Marinho ainda comentou a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, de que "não irá se envolver" em relação à carta golpista de Flávio.
Para o senador aliado, Trump tem legitimidade para opinar sobre política internacional, mas cabe ao Brasil resolver os próprios problemas, e rechaçou intervenção estrangeira.
"Eu espero que não haja nenhuma intervenção no processo interno do Brasil", disse.
Mudanças na carta golpista Em uma primeira versão da carta golpista, divulgada na rede social X, Flávio Bolsonaro se declarava o "verdadeiro presidente eleito do país".
Meia hora depois, o documento foi apagado e uma segunda versão substituiu o termo "presidente eleito" para "líder do Brasil".
"A carta que está no seu Twitter , que é carta oficial, a definitiva, ele se coloca como líder.
De fato, Flávio, pelo número de votos que teve, pelo papel que desempenhou nas últimas eleições, é hoje a maior expressão da direita no Brasil", disse Marinho em coletiva de imprensa a jornalistas, no Senado Federal.
"Acredito que deve ter havido algum problema na confecção da carta", acrescentou, sobre a mudança do termo.
*Com informações da Agência Brasil.”
- Veja · Reportagem
A fala de Rogério Marinho sobre ‘fraude’ que contradiz Flávio Bolsonaro
Trecho consultado na análise
“O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro (PL), comentou nesta quarta-feira, 28, a divulgação de uma carta de teor golpista do candidato que fugiu com a família para os Estados Unidos, após ser derrotado nas urnas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Em uma primeira versão da carta, divulgada na rede social X, Flávio Bolsonaro se declarava o "verdadeiro presidente eleito do país".
Meia hora depois, o documento foi apagado e uma segunda versão substituiu o termo "presidente eleito" para "líder do Brasil"."
A carta que está no seu Twitter [X], que é carta oficial, a [carta] definitiva, ele se coloca como líder.
De fato, Flávio, pelo número de votos que teve, pelo papel que desempenhou nas últimas eleições, é hoje a maior expressão da direita no Brasil", disse Marinho em coletiva de imprensa a jornalistas, no Senado.
"Acredito que deve ter havido algum problema na confecção da carta", acrescentou, sobre a mudança do termo.Questionado sobre ter havido fraude na eleição brasileira, como alega sem provas o próprio Flávio na carta, Rogério Marinho reconhece que não tem evidências para sustentar essa posição.
"O PL não pode fazer essa afirmação, nem eu posso fazer essa afirmação, porque não há provas nesse sentido", admitiu.Para o senador, a acusação de Flávio expressa na carta seria uma espécie de "desabafo" por ter decidido deixar o país.
Marinho disse que Flávio seria um "exilado", apesar de o senador ter saído do país de forma voluntária, sem ordem de prisão.O senador responde a uma série de investigações sobre lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.Em uma delas, é suspeito, ao lado do advogado Willer Tomaz, de lavagem de dinheiro por meio de plataformas de bets.
Ele também é alvo de outro inquérito que investiga o financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória de seu pai.
A partir do ano que vem, ele termina o mandato de senador e ficará sem o foro privilegiado e a imunidade parlamentar.No comunicado distribuído à imprensa por sua assessoria, Flávio diz ainda que vai liderar a oposição a partir dos EUA e que correrá os riscos que os parlamentares eleitos do PL não poderão correr.Antes de sair do país de forma clandestina em um avião de luxo fretado, que decolou da Argentina, com apoio do governo do país vizinho, Flávio tinha contra si somente uma ordem judicial para entregar os passaportes à Polícia Federal (PF).
Para Rogério Marinho, no entanto, este seria um impedimento para o aliado exercer a liderança da oposição em solo brasileiro."
Na verdade, é o que ele pode fazer.
Porque aqui no Brasil é impossível, pelo menos pelos sinais que estavam sendo demonstrados, que ele pudesse exercer esse papel [de líder da oposição]", afirmou.Rogério Marinho ainda comentou a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, de que "não irá se envolver" em relação à carta golpista de Flávio.
Para o senador aliado, Trump tem legitimidade para opinar sobre política internacional, mas cabe ao Brasil resolver os próprios problemas, e rechaçou intervenção estrangeira."
Eu espero que não haja nenhuma intervenção no processo interno do Brasil", disse.Acusação sem provasNa carta publicada, o candidato derrotado afirma que a eleição brasileira foi fraudada e critica a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin de estender o prazo de votação até as 19h.
Zanin atendeu a pedido das campanhas do PL e do PT.No segundo turno das eleições, realizado no último domingo 25, Lula obteve 64 milhões de votos.
Já Flávio ficou com pouco mais de 59 milhões de votos.As duas horas de extensão no horário de votação computaram apenas 34.393 votos.
Cerca de 158,7 milhões de eleitores brasileiros estavam aptos a votar, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As afirmações de Flávio, sem apresentação de qualquer prova, contrariam a apuração e o reconhecimento do pleito pelo TSE.
As eleições no Brasil tiveram ainda o reconhecimento da Organização dos Estados Americanos (OEA) e de líderes de diversos países de diferentes continentes.O PL, partido de Flávio, também reconheceu a vitória de Lula nas urnas.(
Agência Brasil)”
Encontrou um erro?VerdadeiroA carta de Flávio passou de uma versão que o chamava de “verdadeiro presidente eleito” para outra que o apresentava como “líder do Brasil”.
Esquerda DireitaConexão Política, CartaCapital, Veja
As reportagens dos veículos de esquerda e direita descrevem a alteração entre as duas versões.
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VerdadeiroMarinho classificou a acusação de fraude de Flávio como um possível desabafo.
Esquerda DireitaConexão Política, CartaCapital, Veja
A caracterização como “desabafo” é relatada nos veículos de esquerda e direita.
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VerdadeiroA defesa de Jair Bolsonaro pediu autorização a Alexandre de Moraes para Marinho visitá-lo entre 3 e 5 de novembro.
Esquerda DireitaGazeta do Povo, Revista Fórum
Os veículos de esquerda e direita noticiam o pedido e indicam o período de 3 a 5 de novembro; a visita ainda dependia de autorização.
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VerdadeiroReportagens de 29 e 30 de outubro afirmaram que Flávio estava nos Estados Unidos.
Esquerda DireitaUOL, Gazeta do Povo, Revista Fórum
Os veículos de esquerda e direita situam Flávio nos EUA em reportagens posteriores às de 27 de outubro. A checagem registrava que a saída ainda não estava confirmada naquele dia.
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