VerdadeiroA portaria estabelece reparação mensal permanente de R$ 17.562,80 a Dilma Rousseff.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Fórum, CNN Brasil, g1, Poder360, Gazeta do Povo, Estadão, Veja, Revista Oeste
Os três grupos relatam o valor mensal; os trechos especificam que o pagamento é permanente e continuado.
Ver fontes e trechos (9)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Dilma receberá R$ 17,5 mil mensais e retroativos como indenização da ditadura
Trecho consultado na análise
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A ex-presidente Dilma Rousseff ( PT ) receberá uma indenização mensal de R$ 17.562,80 por ter sido perseguida durante a ditadura militar .
A informação foi publicada na edição desta terça-feira (27) do Diário Oficial da União.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, autor da portaria, informou em nota que os pagamentos atendem a uma decisão definitiva do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).
"A decisão judicial determinou à União a concessão de reparação econômica em prestação mensal, permanente e continuada, em razão da perda do vínculo de trabalho da ex-presidenta com a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul.
A decisão também estabeleceu o cálculo dos valores retroativos a 21 de outubro de 1997, com base na remuneração correspondente ao cargo e à função de referência", diz a pasta.
Além dos aportes mensais, os valores retroativos somam R$ 6,6 milhões.
O montante final terá descontos de quantias já recebidas pela ex-presidente e seguirá critérios de atualização definidos pela Justiça.
A medida retifica uma portaria de 2025 que concedeu o pagamento de R$ 100 mil em parcela única a Dilma.
Na ocasião, ela foi reconhecida como anistiada política.
Agora, em cumprimento a uma ordem judicial, a reparação passa a ser permanente e continuada.
A ex-presidente foi presa pelo regime militar em 1970, aos 22 anos, acusada de integrar uma organização de resistência armada.
Ela foi torturada física e psicologicamente na prisão e monitorada pelos militares após sua saída.
Mais
Depois, foi exonerada do cargo público que ocupava na antiga Fundação de Economia e Estatística, no Rio Grande do Sul, por perseguição ideológica.
O valor da indenização foi atualizado com base no salário que ela teria recebido durante todo o período enquanto funcionária pública na instituição.
O processo que anistiou Dilma foi iniciado em 2002, quando ela protocolou o pedido junto à Comissão de Anistia federal .
A tramitação foi temporariamente suspensa, a pedido dela, quando foi ministra de Lula, de 2003 a 2010, e presidente da República, de 2011 a 2016, por conflito de interesses.
A comissão rejeitou a anistia em 2022, durante o governo Jair Bolsonaro (PL).
A ex-presidente recorreu e recebeu decisão favorável em maio de 2025 , no mandato de Lula.
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- Revista Fórum · Reportagem
Dilma terá reparação de R$ 17,5 mil mensais por perseguição e tortura na ditadura
Trecho consultado na análise
“A ditadura militar brasileira não tirou de Dilma Rousseff apenas a liberdade.
Aos 22 anos, a jovem que enfrentava o regime foi presa, submetida a torturas físicas e psicológicas e teve sua trajetória profissional interrompida pela repressão.
Mais de cinco décadas depois, o Estado brasileiro terá de reparar parte dos prejuízos provocados pela perseguição política à ex-presidenta.
Nesta terça-feira (27), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania oficializou o pagamento de R$ 17.562,80 mensais a Dilma, em cumprimento a uma decisão definitiva do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A indenização tem como fundamento a perda do vínculo profissional da ex-presidenta com a antiga Fundação de Economia e Estatística (FEE), no Rio Grande do Sul.
A Justiça reconheceu que a perseguição imposta pelo regime militar comprometeu seu direito ao trabalho e provocou prejuízos econômicos duradouros.
A violência da ditadura e a dívida do Estado Dilma foi presa em 1970 por sua atuação na resistência à ditadura, período marcado pela perseguição sistemática a opositores políticos, censura, prisões arbitrárias e tortura praticada por agentes do Estado.
A repressão não terminava quando os presos políticos deixavam as unidades de detenção.
Para muitas vítimas, as consequências também se estenderam à vida profissional, à renda e às oportunidades interrompidas pela violência institucional.
No caso da ex-presidenta, o TRF-1 determinou uma reparação econômica mensal, permanente e continuada.
O valor foi calculado com base nos parâmetros salariais do cargo que ela ocupava na FEE.
A portaria também estabelece R$ 6.616.492,19 em valores retroativos, considerando o marco de 21 de outubro de 1997 definido pela Justiça.
Desse montante deverão ser descontadas as quantias já recebidas por Dilma.
Em agosto de 2025, o Ministério dos Direitos Humanos havia fixado uma indenização de R$ 100 mil, em parcela única.
A mudança para pagamentos mensais ocorreu por determinação judicial.
A decisão integra um processo de reparação histórica que o Brasil ainda enfrenta décadas após o fim da ditadura.
O reconhecimento dos danos causados pela repressão não se resume à compensação financeira: envolve também a responsabilidade do Estado por ter perseguido cidadãos em razão de suas posições políticas.
Nenhuma indenização é capaz de apagar a tortura ou devolver os anos roubados pela ditadura.
Mas o reconhecimento judicial reafirma que a violência praticada pelo regime militar deixou consequências pelas quais o Estado brasileiro continua obrigado a responder.”
- CNN Brasil · Reportagem
Dilma receberá indenização mensal de R$ 17 mil por perseguição na ditadura
Trecho consultado na análise
“O MDH (Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania) determinou um pagamento indenizatório mensal à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) de R$ 17.562,80 mensais, decorrente de perseguição sofrida durante a ditadura militar.
A decisão assinada pela ministra Janine Mello foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (27).
A publicação retifica a Portaria nº 1.424, de 19 de agosto de 2025, que havia reconhecido oficialmente Dilma como anistiada política e determinou o pagamento único de R$ 100 mil como indenização pela atuação do governo brasileiro no período.
Para o cálculo do valor, foi considerado o salário médio para o cargo do Plano de Cargos e Salários dos funcionários da antiga FEE (Fundação de Economia e Estatística) do Rio Grande do Sul, ente em que a ex-presidente trabalhou entre 1975 e 1977, quando foi exonerada ao ser incluída em uma lista de "comunistas infiltrados no governo".
Após sair da prisão e se mudar para o Rio Grande do Sul, a ex-presidente continuou a ser monitorada pelo SNI (Serviço Nacional de Informações) até o final de 1988 — fim da ditadura.
Além da nova resolução sobre como será dado o pagamento do valor indenizatório, também é mencionado o embolso de R$ 6.616.492,19 à política referentes a valores retroativos desde 21 de outubro de 1997.
No entanto, é ressaltado que quaisquer valores já pagos anteriormente devem ser descontados desse montante.
Dilma na ditadura Dilma Rousseff dedicou sua juventude à militância da esquerda, tendo participado, na década de 60, da Polop (Organização Revolucionária Marxista Política Operária), do Colina (Comando de Libertação Nacional) e da Var-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares).
Em 1970, ela foi presa sob acusação do crime de “subversão” ao participar de grupos de militância de esquerda que se opunham ao regime.
Dilma passou por sessões de tortura em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, ficando presa por cerca de três anos.
Em maio de 2025, conselheiros da Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania julgaram um requerimento protocolado em 21 de outubro de 2002, que foi indeferido em 28 de abril de 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).
A ex-presidente, então, entrou com recurso, que foi analisado na data pelo ente que reconheceu a condição de anistiada política.
A decisão daquela data foi o documento retificado nesta terça-feira. https://www.youtube.com/watch?
v=_eCTw3URBKM *Sob supervisão de Renata Souza”
- g1 · Reportagem
Dilma será indenizada em R$ 17,5 mil por mês por ter sido perseguida na ditadura, define ministério
Trecho consultado na análise
“O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou um novo valor, de R$ 17.562,80 mensais, como reparação econômica à ex-presidente Dilma Rousseff ( PT ) em razão da perseguição política sofrida durante a ditadura militar, com prisões ilegais e torturas física e psicológica.
A portaria com o novo valor foi publicada nesta terça (27) no "Diário Oficial da União" "em cumprimento à decisão definitiva do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1)", informou o ministério.
Em dezembro passado, o TRF-1 determinou que Dilma recebesse reparação econômica em prestação mensal, permanente e continuada , considerando o salário médio para o cargo que ocupava antes de ser presa.
Ela foi presa em 1970, aos 22 anos, por atuar em uma organização de resistência ao regime militar.
Durante o período na prisão, ficou impedida de trabalhar.
De acordo com a portaria publicada no "Diário Oficial", o valor de R$ 17.562,80 considera "os paradigmas de salário médio para o cargo/emprego/função do Plano de Cargos e Salários dos profissionais da antiga Fundação de Economia e Estatística - FEE, do Estado do Rio Grande do Sul".”
- Poder360 · Reportagem
Governo fixa indenização mensal de R$ 17.562 a Dilma
Trecho consultado na análise
“O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania publicou nesta 3ª feira (27.out.2026) uma portaria que revisa a reparação econômica concedida à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em razão das violações sofridas durante a ditadura militar (1964-1985).
O documento estabelece o pagamento mensal de R$ 17.562,80, em caráter permanente e continuado, além de valores retroativos de R$ 6.616.492,19, referentes ao período iniciado em 21 de outubro de 1997. [shortcode-newsletter] O valor efetivamente pago, no entanto, deverá considerar os descontos dos montantes já recebidos pela ex-presidente e os critérios de atualização estabelecidos pela Justiça.
Eis a íntegra da portaria publicada no Diário Oficial da União (PDF – 186 KB).
Integrante da VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares), organização de resistência armada à ditadura, Dilma foi presa em 1970, aos 22 anos, e ficou detida por cerca de 3 anos.
Durante a prisão, sofreu torturas físicas e psicológicas, incluindo sessões de pau de arara, choques elétricos, afogamento e palmatórias.
Após deixar a prisão, Dilma se mudou para o Rio Grande do Sul e começou a trabalhar, em 1975, na FEE (Fundação de Economia e Estatística).
Ela continuou sendo monitorada pelo SNI (Serviço Nacional de Informações) até o final de 1988.
Em 1977, foi exonerada da FEE após ser incluída em uma lista de “comunistas infiltrados no governo”.
A anistia política é um mecanismo de reparação a pessoas atingidas por atos de exceção.
A reparação econômica pode ser concedida quando há reconhecimento de prejuízos decorrentes da perseguição política.
Em maio de 2025, a Comissão de Anistia aprovou por unanimidade o reconhecimento de Dilma como anistiada política e a concessão de uma reparação econômica de R$ 100 mil, em parcela única.
Em 19 de agosto de 2025, foi assinada a Portaria 1.424, que formalizou a decisão.
O ato foi publicado no Diário Oficial da União em 28 de agosto de 2025.
A portaria publicada nesta 3ª feira (27.out.2026) retifica o ato de 2025 para estabelecer uma reparação mensal, permanente e continuada, além de determinar o cálculo dos valores retroativos.
A mudança cumpre uma decisão judicial.
Dilma protocolou o pedido de anistia em 2002.
Ela própria pediu a suspensão da tramitação ao assumir o Ministério de Minas e Energia no 1º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2003.
O processo permaneceu suspenso durante o período em que ela ocupou a Presidência da República.
Após o impeachment, em 2016, Dilma recorreu para que o pedido voltasse a tramitar.
Em abril de 2022, o pedido foi negado durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).
A decisão foi tomada pela então ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.
A defesa da ex-presidente recorreu.”
- Gazeta do Povo · Reportagem
Dilma receberá R$ 17,5 mil mensais e R$ 6,6 milhões retroativos por “perseguição” no regime militar
Trecho consultado na análise
“A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) receberá o pagamento mensal de mais de R$ 17 mil pela perseguição política que alega ter sofrido durante o regime militar.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania também calculou R$ 6,6 milhões em valores retroativos.
A medida consta de uma portaria publicada nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União (DOU) e cumpre uma decisão judicial.
O novo modelo substitui a indenização de R$ 100 mil em parcela única que o governo Lula concedeu a Dilma em 2025.
A Portaria nº 2.931, assinada pela ministra dos Direitos Humanos, Janine Mello, em 21 de outubro, estabelece o pagamento mensal permanente e continuado de R$ 17.562,80.
O cálculo considera a média salarial prevista no plano de cargos e salários da antiga Fundação de Economia e Estatística (FEE), do Rio Grande do Sul, onde Dilma trabalhou na década de 1970.
O ministério calculou os valores retroativos em R$ 6.616.492,19, referentes ao período iniciado em 21 de outubro de 1997.
O montante final terá descontos dos valores que a ex-presidente já recebeu, conforme os critérios de atualização determinados pela Justiça.
A portaria não informa quando o governo começará os pagamentos.
Dilma alega ter sido torturada durante o regime militar Dilma tinha 22 anos quando a ditadura militar a prendeu, em 1970, por sua atuação na Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), organização de extrema esquerda que recorreu à luta armada para combater os militares.
O grupo realizava assaltos a bancos e a outros alvos para financiar suas atividades clandestinas.
A VAR-Palmares surgiu em 1969.
Além de assaltos a bancos, a organização realizava ataques a instalações militares e sequestros para exigir a libertação de presos políticos.
Durante os cerca de três anos em que permaneceu presa, Dilma alega ter sofrido tortura física e psicológica.
Após deixar a prisão, Dilma se mudou para o Rio Grande do Sul e começou a trabalhar na Fundação de Economia e Estatística, em 1975.
Em 1977, a instituição a afastou por motivos políticos.
A reparação mensal considera a remuneração que ela teria recebido caso mantivesse sua trajetória profissional.
Comissão de Anistia reconheceu Dilma em 2025 Dilma pediu anistia política em 2002.
Em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), a Comissão de Anistia negou o pedido.
Ela recorreu e obteve o reconhecimento como anistiada política em maio de 2025.
Naquele ano, o Ministério dos Direitos Humanos estabeleceu uma reparação de R$ 100 mil em parcela única.
A nova portaria altera a modalidade de pagamento para cumprir a decisão judicial que determinou uma prestação mensal permanente, além dos valores retroativos.
Dilma presidiu o Brasil de 2011 a 2016, quando o Senado a destituiu do cargo por crime de responsabilidade, em processo baseado nas chamadas “pedaladas fiscais” — atrasos nos repasses do Tesouro Nacional a bancos públicos para cobrir despesas do governo — e na edição de decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso.
Em 2023, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) a absolveu no caso das pedaladas fiscais.
Desde 2023, Dilma preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos Brics, com sede em Xangai, na China.
Reportagens publicadas à época de sua nomeação estimaram sua remuneração em cerca de US$ 500 mil por ano, o equivalente a aproximadamente R$ 220 mil por mês na cotação de março de 2023.”
- Estadão · Reportagem
Dilma Rousseff terá pagamento mensal superior a R$ 17 mil por reparação de perseguição na Ditadura
Trecho consultado na análise
“O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou um pagamento mensal de R$ 17.562,80 para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como reparação econômica por perseguição política durante o regime militar .
A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 27.
A medida cumpre uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), proferida em dezembro passado, que determinou à União a concessão de reparação econômica sob a forma de prestação mensal, permanente e continuada.
O tribunal reconheceu a ex-presidente como anistiada, validando o direito dela a uma indenização mais um pagamento mensal e permanente como reparação à tortura sofrida durante a ditadura.
Em 1970, Dilma foi presa e submetida a torturas em São Paulo – nos antigos Operação Bandeirante ( Oban ) e Departamento de Ordem Política e Social ( DOPS ) –, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, quando tinha 22 anos, de acordo com acervo do Instituto Vladimir Herzog.
As torturas aplicadas foram”
- Veja · Reportagem
A nova reparação econômica a Dilma Rousseff por perseguição durante ditadura
Trecho consultado na análise
“A ex-presidente Dilma Rousseff passará a receber uma reparação mensal de 17,5 mil reais por ter sido perseguida durante a ditadura militar.
Além disso, receberá um pagamento único de 6,6 milhões de reais, referente a valores retroativos.Dilma é atualmente presidente do Novo Banco do Desenvolvimento, conhecido informalmente como Banco dos Brics.Em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, a Comissão da Anistia indeferiu um pedido da ex-presidente para ser reconhecida como anistiada política.No ano passado, o mesmo colegiado, agora com nova formação, aceitou um recurso e reviu a decisão.
Na época, foi determinado um pagamento único de 100. 000 reais, além de um pedido de desculpas em nome do Estado brasileiro.Agora, houve uma nova alteração para determinar o pagamento mensal e a compensação pelos valores retroativos.
O valor da prestação mensal foi calculado a partir do salário médio da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, onde Dilma trabalhou nos anos 1970.”
- Revista Oeste · Reportagem
Dilma ganha R$ 17 mil por mês e R$ 6 mi retroativos como anistiada
Trecho consultado na análise
“Formada em jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida e com pós-graduação em mercado financeiro e de capitais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
Passou pelo TradeNews antes de se tornar repórter da Revista Oeste.
Veja mais
• O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania publicou uma portaria que assegura à ex-presidente Dilma Rousseff uma reparação econômica mensal de R$ 17.562,80, em caráter permanente, devido às violações sofridas durante a ditadura militar.
• Além disso, determina o pagamento de R$ 6.616.492,19 em valores retroativos desde 21 de outubro de 1997, considerando descontos de quantias já recebidas.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania publicou nesta terça-feira, 27, uma portaria que garante à ex-presidente Dilma Rousseff reparação econômica mensal de R$ 17,5 mil, em caráter permanente e continuado.
O benefício reconhece as violações sofridas por ela durante o regime militar (1964-1985).
O documento também determina o pagamento de R$ 6,6 milhões em valores retroativos, referentes ao período iniciado em 21 de outubro de 1997.
O montante efetivamente pago, no entanto, vai considerar o desconto das quantias já recebidas por Dilma e os critérios de atualização estabelecidos pela Justiça .
+ Entenda mais sobre Política em Oeste
A nova portaria cumpre uma decisão judicial e retifica o ato que concedeu anistia à ex-presidente no ano passado.
Em maio de 2025, a Comissão de Anistia aprovou por unanimidade o reconhecimento de Dilma como anistiada política.
O colegiado concedeu a ela uma reparação econômica de R$ 100 mil, em parcela única.
A decisão foi formalizada pela Portaria n° 1.424, assinada em 19 de agosto de 2025 e publicada no Diário Oficial da União nove dias depois, em 28 de agosto.
O texto divulgado agora substitui o valor fixo pela reparação mensal e manda calcular os retroativos.
A anistia política é um mecanismo de reparação a pessoas atingidas por atos de exceção.
A compensação econômica pode ser concedida quando há reconhecimento de prejuízos causados pela perseguição política.
Dilma protocolou o pedido de anistia em 2002.
No ano seguinte, solicitou a suspensão do processo ao assumir o Ministério de Minas e Energia, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A tramitação continuou parada durante os anos em que Dilma ocupou a Presidência da República .
Com o impeachment , em 2016, a ex-presidente recorreu para retomar a análise do caso.
Em abril de 2022, no governo do então presidente Jair Bolsonaro, o pedido foi negado pela então ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.
A defesa de Dilma recorreu da decisão.
Integrante da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, organização de guerrilha armada contra o regime militar, Dilma foi presa em 1970, aos 22 anos.
Ela permaneceu detida por cerca de três anos e relata ter sofrido torturas físicas e psicológicas, como sessões de pau de arara, choques elétricos, afogamento e palmatória.
Libertada, mudou-se para o Rio Grande do Sul.
Em 1975, começou a trabalhar na Fundação de Economia e Estatística (FEE).
Dois anos depois, foi demitida da FEE ao ter o nome incluído em uma lista de “comunistas infiltrados no governo”.
O Serviço Nacional de Informações manteve a ex-presidente sob monitoramento até o fim de 1988.
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Se fosse uma simples prostituta não ganharia esses R$ 17.000,00 por mês.
Mas depois fo…. com o país, ganha milhões …..”
Encontrou um erro?VerdadeiroA portaria prevê R$ 6.616.492,19 em valores retroativos desde 21 de outubro de 1997, sujeitos a descontos e atualização.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Fórum, CNN Brasil, Poder360, Gazeta do Povo, Veja, Revista Oeste
Os veículos de esquerda, centro e direita informam os retroativos e o marco temporal; os trechos também mencionam descontos e critérios de atualização.
Ver fontes e trechos (7)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Dilma receberá R$ 17,5 mil mensais e retroativos como indenização da ditadura
Trecho consultado na análise
VerdadeiroA portaria foi publicada em 27 de outubro de 2026 e, segundo os relatos, cumpre uma decisão judicial do TRF-1.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Fórum, CNN Brasil, g1, Poder360, Gazeta do Povo, Estadão, Revista Oeste
Os trechos dos três grupos situam a publicação no Diário Oficial em 27 de outubro e relacionam a mudança a uma decisão judicial do TRF-1.
Ver fontes e trechos (8)
VerdadeiroA nova modalidade substitui a reparação de R$ 100 mil em parcela única concedida em 2025.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Fórum, CNN Brasil, Poder360, Gazeta do Povo, Veja, Revista Oeste
Os veículos de esquerda, centro e direita relatam a concessão anterior de R$ 100 mil e a posterior mudança para pagamentos mensais.
Ver fontes e trechos (7)
- Folha de S.Paulo · Reportagem
Dilma receberá R$ 17,5 mil mensais e retroativos como indenização da ditadura
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A informação foi publicada na edição desta terça-feira (27) do Diário Oficial da União.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, autor da portaria, informou em nota que os pagamentos atendem a uma decisão definitiva do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).
"A decisão judicial determinou à União a concessão de reparação econômica em prestação mensal, permanente e continuada, em razão da perda do vínculo de trabalho da ex-presidenta com a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul.
A decisão também estabeleceu o cálculo dos valores retroativos a 21 de outubro de 1997, com base na remuneração correspondente ao cargo e à função de referência", diz a pasta.
Além dos aportes mensais, os valores retroativos somam R$ 6,6 milhões.
O montante final terá descontos de quantias já recebidas pela ex-presidente e seguirá critérios de atualização definidos pela Justiça.
A medida retifica uma portaria de 2025 que concedeu o pagamento de R$ 100 mil em parcela única a Dilma.
Na ocasião, ela foi reconhecida como anistiada política.
Agora, em cumprimento a uma ordem judicial, a reparação passa a ser permanente e continuada.
A ex-presidente foi presa pelo regime militar em 1970, aos 22 anos, acusada de integrar uma organização de resistência armada.
Ela foi torturada física e psicologicamente na prisão e monitorada pelos militares após sua saída.
Mais
Depois, foi exonerada do cargo público que ocupava na antiga Fundação de Economia e Estatística, no Rio Grande do Sul, por perseguição ideológica.
O valor da indenização foi atualizado com base no salário que ela teria recebido durante todo o período enquanto funcionária pública na instituição.
O processo que anistiou Dilma foi iniciado em 2002, quando ela protocolou o pedido junto à Comissão de Anistia federal .
A tramitação foi temporariamente suspensa, a pedido dela, quando foi ministra de Lula, de 2003 a 2010, e presidente da República, de 2011 a 2016, por conflito de interesses.
A comissão rejeitou a anistia em 2022, durante o governo Jair Bolsonaro (PL).
A ex-presidente recorreu e recebeu decisão favorável em maio de 2025 , no mandato de Lula.
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Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.”
VerdadeiroO cálculo mensal considera parâmetros salariais da antiga Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, onde Dilma trabalhou.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Fórum, CNN Brasil, g1, Poder360, Gazeta do Povo, Veja, Revista Oeste
Os trechos dos três grupos associam o cálculo aos salários da FEE, onde Dilma trabalhou na década de 1970.
Ver fontes e trechos (8)
VerdadeiroDilma foi presa em 1970, aos 22 anos, e sofreu tortura física e psicológica durante a ditadura.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, Revista Fórum, CNN Brasil, g1, Poder360, Gazeta do Povo, Estadão, Revista Oeste
Os trechos dos três grupos relatam a prisão em 1970, aos 22 anos, e tortura; alguns atribuem o relato à própria Dilma ou a registros consultados.
Ver fontes e trechos (8)
VerdadeiroApós negativa em 2022, Dilma foi reconhecida como anistiada política em maio de 2025.
Esquerda Centro DireitaFolha de S.Paulo, CNN Brasil, Poder360, Gazeta do Povo, Veja, Revista Oeste
Os veículos de esquerda, centro e direita relatam a negativa em 2022 e o reconhecimento posterior, em maio de 2025.
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- Folha de S.Paulo · Reportagem
Dilma receberá R$ 17,5 mil mensais e retroativos como indenização da ditadura
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A ex-presidente Dilma Rousseff ( PT ) receberá uma indenização mensal de R$ 17.562,80 por ter sido perseguida durante a ditadura militar .
A informação foi publicada na edição desta terça-feira (27) do Diário Oficial da União.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, autor da portaria, informou em nota que os pagamentos atendem a uma decisão definitiva do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).
"A decisão judicial determinou à União a concessão de reparação econômica em prestação mensal, permanente e continuada, em razão da perda do vínculo de trabalho da ex-presidenta com a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul.
A decisão também estabeleceu o cálculo dos valores retroativos a 21 de outubro de 1997, com base na remuneração correspondente ao cargo e à função de referência", diz a pasta.
Além dos aportes mensais, os valores retroativos somam R$ 6,6 milhões.
O montante final terá descontos de quantias já recebidas pela ex-presidente e seguirá critérios de atualização definidos pela Justiça.
A medida retifica uma portaria de 2025 que concedeu o pagamento de R$ 100 mil em parcela única a Dilma.
Na ocasião, ela foi reconhecida como anistiada política.
Agora, em cumprimento a uma ordem judicial, a reparação passa a ser permanente e continuada.
A ex-presidente foi presa pelo regime militar em 1970, aos 22 anos, acusada de integrar uma organização de resistência armada.
Ela foi torturada física e psicologicamente na prisão e monitorada pelos militares após sua saída.
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Depois, foi exonerada do cargo público que ocupava na antiga Fundação de Economia e Estatística, no Rio Grande do Sul, por perseguição ideológica.
O valor da indenização foi atualizado com base no salário que ela teria recebido durante todo o período enquanto funcionária pública na instituição.
O processo que anistiou Dilma foi iniciado em 2002, quando ela protocolou o pedido junto à Comissão de Anistia federal .
A tramitação foi temporariamente suspensa, a pedido dela, quando foi ministra de Lula, de 2003 a 2010, e presidente da República, de 2011 a 2016, por conflito de interesses.
A comissão rejeitou a anistia em 2022, durante o governo Jair Bolsonaro (PL).
A ex-presidente recorreu e recebeu decisão favorável em maio de 2025 , no mandato de Lula.
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